Planilha de Avaliação de ERP para comparar fornecedores com método, governança e segurança
Eu ajudo empresas em crescimento a estruturar a seleção do ERP com critérios claros, peso por prioridade e visão de riscos, evitando decisões baseadas só em proposta comercial.
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Comparação objetiva entre fornecedores (lado a lado)
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Critérios de processo, tecnologia, governança e custos
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Perguntas no padrão RFI/RFP (não é “checklist bonitinho”)
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Redução de risco na escolha e na implantação
Para quem é essa
planilha
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Empresas que estão crescendo e precisam de gestão integrada
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Quem está trocando planilhas/sistemas isolados por ERP
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Quem já tem ERP e quer avaliar troca/upgrade sem achismo
O que você recebe no download
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Matriz de requisitos por área (Compras, Vendas, Estoque, Financeiro, Fiscal, Produção/Serviço)
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Bloco técnico: arquitetura, segurança, logs/auditoria, ambientes (teste/homologação)
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Bloco de governança: SLA, suporte, roadmap, compliance, LGPD
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Bloco financeiro: custos recorrentes, implantação, integrações, TCO básico
Como usar em 45 minutos
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Defina 5–10 processos críticos (onde o erro custa caro)
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Atribua peso por critério (o que é “obrigatório” vs “desejável”)
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Envie a matriz para 2–4 fornecedores responderem (RFI)
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Faça demonstração guiada pelos requisitos (não pelo “show do vendedor”)
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Feche com evidência: nota técnica + risco + custo total


Eu já liderei mais de 1.000 projetos de ERP e vi o mesmo padrão: quando a seleção não tem método, o projeto começa errado. Essa planilha é o meu jeito de colocar ordem antes do investimento. Marcos Leite
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Perguntas frequentes:
Eu uso a planilha como um questionário padrão: defino os critérios (funcionais, técnicos e de governança), atribuo peso por prioridade e envio para 2 a 4 fornecedores responderem no mesmo formato. A comparação fica objetiva: mesma pergunta, mesma régua, mesma escala de resposta — sem “cada um contando a história do seu jeito”.
No RFI eu separo requisitos em 3 níveis: Obrigatório (sem isso não opera), Importante (impacta eficiência/controle) e Desejável (ganho, mas não trava). Isso evita duas armadilhas clássicas: escolher pelo preço sem cobertura de processo, ou inflar escopo com coisas que ninguém usa. Só depois disso eu transformo o que é obrigatório/importante em RFP com escopo e critérios de aceite.
No RFI eu peço para o fornecedor indicar, requisito por requisito: padrão do sistema, parametrização, configuração, extensão (add-on/integração) ou customização (desenvolvimento). No RFP eu exijo que cada customização venha com: impacto em upgrade, esforço, prazo, custo, risco e quem mantém. A regra é simples: customização só entra se for justificável, governável e sustentável.
No RFI eu coloco perguntas técnicas e de operação: SLA de disponibilidade, backups, RPO/RTO, segurança, logs/auditoria, segregação de ambiente (teste/homologação), performance, atualizações e responsabilidades. No RFP eu amarro isso em contrato: métricas, penalidades, janelas de manutenção e forma de suporte. Assim a decisão vira critérios + risco + custo, não crença.
No RFI eu já levanto as condições padrão: SLA, canais, prazos de resposta/solução, níveis de suporte, política de reajuste e fidelidade. No RFP eu peço proposta com anexos contratuais (SLA, suporte, escopo, governança de mudanças) e valido pontos críticos: cláusula de saída, portabilidade/exportação de dados, propriedade de customizações, multas, reajustes e responsabilidades. O objetivo é garantir que você compra um sistema — não uma dependência.
No RFI eu peço evidências: método, entregáveis (blueprint, testes, treinamento, estabilização), papéis e governança, e experiência no seu porte/segmento. No RFP eu exijo um plano de projeto com: fases, cronograma, premissas, critérios de aceite, riscos e composição do time. A pergunta que decide tudo é: “Como você garante adoção e resultado, além do go-live?”